Sem Vontades

Tuesday, July 26, 2005

Factos

- Ainda me amas?
- Acho que é tarde para um pergunta dessas!
- Dás-me uma nova hipótese
- Acho que é tarde para uma pergunta dessas!

Confusões

Se existiu alguma coisa que estas férias me deram foi confusões, confusões mentais, se cheguei aqui a pensar uma coisa, daqui me vou mais confuso, quando no fundo esperava sair daqui com a mente limpida e clara, sem dúvidas, apenas com certezas! Como diria o Marcelo na RTP, BALELAS!!!!

Último...

...dia, aqui nesta zona do país, amanhã volto para a "base", o tempo de férias de "rico" acabou, agora continuam as férias de pobre, porém não estou triste, estou isso sim aliviado!

Saturday, July 23, 2005

Enviado especial

Não estou no meio de nenhum fogo que assola este país, mas de certa forma sinto-me um enviado especial a um sítio diferente, como se fosse de outro planeta. Estou no algarve, aqui na zona de Albufeira, e verdade seja dita, ao fim de 5/6 dias já estou mais farto disto do que de outra coisa.
E porque? Bom sinto-me um estrangeiro aqui, sim é verdade, um autêntico estrangeiro, talvez em Inglaterra, com mais Sol e com muito menos nevoeiro...
No primeiro dia aqui, algo me disse "Sem, bem-vindo a outro planeta".... Nesse primeiro dia dirigi-me a um supermercado para comprar umas coisas que me tinha esquecido, bom até aqui nada de anormal, depois de passar a caixa, ajudei uma miuda que tinha deixado cair umas coisas, ela era portuguesa, devido ao inconfundível "C.....", como troca da ajuda, não, não levei nenhum beijo, levei um simpático "thank you", repetido ai umas 5 ou 6 vezes...
Depois, bom depois, em cada loja que entro, levo logo com meia dúzia de "inglesadas" e é se quero...
Na praia, bom na praia, não tenho espaço para estender convenientemente a minha toalha, de certa forma faz-me lembrar a Póvoa de Varzim...
É por isto que eu não gosto do Algarve... talvez volte aqui, daqui a uns 7 anos, o mesmo tempo que estive sem me deslocar a esta zona do país... é até esquecer!

Monday, July 18, 2005

As dúzias...

Escolher meia dúzia de livros, meia dúzia de cd´s, umas roupas, e lá vou eu pró Algarve… Eu vou, mas eu volto!!! Espero…

Friday, July 15, 2005

Noite!

Ainda não sei se vou continuar, mas todos os dias tenho vindo ver “isto”, muitas das vezes, tal como agora, ouço “E depois do adeus”, e hoje deu-me vontade de escrever. Vi que tinha comentários, e desde já obrigado, não era necessário.
Ainda continuo confuso, de certa forma estou cada vez mais, agora encontro a noite, não só na noite mas também nos mails e isso é estranho, confuso.
Penso por vezes que estou num beco sem saída, mas que ingénuo que eu sou, no fundo eu sou um felizardo, os meus problemas não se comparam aos de muita gente, queixar-me para que?
Apesar disso sinto que estou na idade dos porquês, e isso confunde-me, faz-me sentir estranho, desconhecido a mim mesmo.
Será que o problema é a “noite”?

Saturday, July 09, 2005

Vontade de Saber quem Sou

Paulo de Carvalho : E Depois do Adeus
Música: José Calvário
Letra: José Niza

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós

Vontade passageira?

Digo que tenho vontade de acabar com o blogue, de certa forma estou farto, que eu saiba, só três pessoas o conhecem, mas na realidade nem é o desconhecimento da sua existência que me leva a ponderar em lhe dar um fim, eu não quero que ele seja muito conhecido. Na realidade é olhar para ele e observar que ele está demasiado psicopata, sem sentido, confuso, será isto uma realidade da minha própria cabeça? Sim talvez seja isso!
Uma amiga, que muito prezo, disse-me que ele revelava muita magoa, sim é uma verdade, depois de o ler com calma notei isso perfeitamente, no fundo estou a tentar despejar aqui não sei muito bem o que… OK, não sejamos inocentes, sei muito bem o que estou a tentar despejar aqui, mas… as coisas não se despejam, elas no máximo vão saindo, calmamente é certo, ou pelo menos tentam sair, embora acredite que no fim das contas nem tudo sai… Mais confusões de escrita!
Acho que vou entrar nuns dias de férias bloguísticas!!!

Até um dia destes, ou até nunca mais!

Vontades!!!

..de acabar, definitivamente, com este espécime de blogue psicopata...

Friday, July 08, 2005

Mas que vontade estranha esta!

Os amigos, e aqui por uma questão de lógica englobo também as amigas, possuem vários dons, são companheiros, são compreensivos, são sensíveis aos nossos problemas, sabem dar conselhos capazes, embora muitas das vezes sejam algo violentos com as perguntas que nos fazem… Então diz-me lá, quem é o teu próximo alvo?... Gostas daquela babe?... Será que temos de ter sempre um alvo ou uma babe, a infernizar-nos a vida?
Creio, e isto é uma crença muito pessoal, que a palavra “amor” e tudo o que com ela se relaciona, inclusive os bonequinhos de peluche, corações e afins, deviam ser erradicados da face vísivel da terra. Coisa confusa, ainda para mais quando se vai lendo estas insanidades em forma de blogue… Mas que vontade estranha esta!

Que mundo de vontades este!!

-Olá
-Olá
- Esta tudo bem?
- Sim está, tudo bem, mas é melhor não falarmos, não estou sozinha, está aqui o meu cunhado…
- Mas… ciúmes? Ainda? Será normal?

Assim anda o mundo, assim estão as pessoas, assim elas se transformam…
Ao menos uma pequena satisfação, quatro anos se passaram e eu ainda atormento a cabeça de muito boa gente!

Thursday, July 07, 2005

Vontade de te ver!

Que vontade estranha, de te ver, de te procurar, e ao mesmo tempo saber que podes ser na realidade uma ilusão, uma utopia, que me esta a retirar deste poço, que estranha vontade de estar contigo, e saber que, hoje, é impossível, hoje, nos próximos meses. Mais uma vez olhei para ti, e senti-me estranho, mais uma vez procurei-te na noite, e nela te encontrei, ainda assim falamos, coisa que raramente fazemos, e despedimo-nos. Agosto, Setembro, será ai que nos voltamos a encontrar? Será que existe mesmo alguma química ou outra coisa qualquer? Será apenas de mim, da minha pobre cabeça, serás tu mais um escape para a facada que transporto em mim? Tantas perguntas, sem respostas, sem vontades.
Acreditar no teu sorriso, acreditar na tua cara séria quando estou com outras pessoas, será isso alguma coisa?